Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
A greve e os professores

Muito temos nos últimos tempos ouvido falar sobre a troca de galhardetes entre o governo e os professores relativamente ao novo modelo de avaliação. Quem tem razão? Quem deixa de ter? Não sabemos... O que sabemos é que as pesquisas não têm passado ao lado deste pão nosso de todos os dias dos últimos tempos.

"Mas esperem lá, normalmente pesquisamos por algo depois de acontecer..."

 Realmente... Bem visto. A greve dos professores foi dia 3 de Dezembro, o pico nas pesquisas verificou-se no dia 2.

 

Uma explicação plausível é a das pessoas andarem a verificar na véspera o estado das negociações entre o governo e os sindicatos de professores. Tudo isto porque havia a hipótese de,caso houvesse entendimento, a greve ser desconvocada. Assim sendo, e para saber se haveriam de dar aulas (professores), ir à escola (alunos) ou levar os filhos à escola (pais), toca de ir pesquisar por novidades relativamente a este assunto.

 

Claro que depois da greve, os números por parte do ministério e dos sindicatos nunca coincidem ("Não, a sério?!?"). Segundo o sindicato a greve teve uma adesão de 94%, segundo o ministério foi de 61%. Agora a grande surpresa foi sem dúvida ambos concordarem que esta foi a maior greve de sempre.

 

Como assim? Temos um consenso entre ministério e sindicatos! Acho que tal data histórica deveria ser comemorada com um feriado. Dia 3 de Dezembro, o dia do consenso. Até dá jeito para o pessoal fazer umas pontezinhas. É o destino!



publicado por Sócrates às 16:15 | link | comentar

Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Grande por um dia

"Não existe má publicidade excepto o próprio obituário." - Brendan F. Behan

Desconhecemos a opinião do Banco Português de Negócios (BPN) sobre a citação anterior, no entanto a verdade é que, por um dia, o BPN deixou de ser um dos bancos menos pesquisados para se juntar aos "grandes".

Não deixa de ser impressionante a subida nas pesquisas por BPN, ocorrida desde que foi anunciada a intenção por parte do Estado em nacionalizar este banco. Desta forma o BPN aproximou-se dos habituais números apresentados pelos restantes bancos, ao contrário do que normalmente acontecia.


"Nacionalização? Mas... Que se passa?"


O anúncio de intenção por parte do Estado deveu-se a denúncias de supostas operações menos claras, alegadamente praticadas pelos anteriores gestores deste pequeno banco. Estas operações colocaram em causa a liquidez do BPN, provocando perdas de centenas de milhões de euros. Por forma a salvaguardar os interesses dos clientes do banco, o Governo reunido em Conselho de Ministros no fim-de-semana da 1 e 2 de Novembro tomou a decisão de avançar para a nacionalização e assim controlar as más práticas passadas.




Não deixa de ser interessante uma tendência já verificada noutras entradas: os fins-de-semana são de descanso, até nas pesquisas. Será assim para todos?



publicado por Sócrates às 18:28 | link | comentar

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